11 utensílios que você precisa ter na cozinha

Eu já cozinhei em cozinhas muito pequenas. Já morei em cinco casas em SP, e adquiri a capacidade de ser master-ninja-blaster na arte de me virar. Hoje, tenho bastante espaço pra servir jantares para amigos e familiares, mas já sofri, gente! E aí que, com cozinha grande ou pequena, tem uma listinha de utensílios que TEMOS que ter numa cozinha que se pretende inovadora!

Listei aí abaixo o que acho que você não vai se arrepender de ter. Vale pra quem gosta de cozinhar já e pra quem ainda quer aprender. É um ponto de partida. Não é frescura, nem fui atingida por um raio gourmetizador. É que nem lista de material escolar. Pra cozinhar, você precisa de materiais! =)

Panela grande

Fico imaginando o que essa dica significaria pra minha vó Rita, que teve NOVE filhos: NADA. Qualquer panela pra fazer arroz já tinha que ser grande pra dar conta da demanda! Falando sério agora: você pode ter aquele jogão de panelinhas do dia a dia. Mas, pelo amor, tenha uma panela maior para arriscar em preparações grandes. Não dá pra fazer caldo de galinha ou carne em panela pequena, muito menos cozinhar um quilo de macarrão!

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Panela Le Creuset, tamanho 24

Balança digital para cozinha

Quem quer fazer a diferença na cozinha precisa de uma balança. É dos itens essenciais, por exemplo, pra quem gosta de fazer bolos e pães. Pois então, balanças digitais são um investimento e tanto. Mantenha-as em local seco, sempre limpas e com um par de baterias por perto, porque _acredite!_ elas falham quando você mais precisa.

Medidores

Não vá usar o olhômetro toda hora. Use medidores e seja mais feliz. Eu não vou nem à esquina sem os meus… Além do que, tem de todos os tamanhos, cores e tipos. Eu amo, tenho vários – colheres de sopa e chá, xícaras, leiteiras! Use a tecnologia a seu favor!! =)

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Medidores para todos os gostos

Facas

Quando a gente vai comprar faca, pode ser confuso. Tem tanta opção, tanto preço, que é fácil se perder. Se você precisa optar, escolha três; 1. faca de chef, que é grande e pesada para carnes, ingredientes duros e firmes; 2. faca com serra para tomate, pães e sobremesas de cortar; e 3. faca de legumes: para itens menores, como frutas e legumes. E, claro, manter tudo afiadinho é sempre interessante, principalmente a faca de chef. O caderno Comida da Folha de S. Paulo fez um especial com dicas de como amolar, olha aqui!

Quer uma dica para comprar todo e qualquer tipo de faca? Vai no Rei da Cutelaria, que é uma travessa da Rua 25 de março, de SP. Não tem glamour na loja, mas é daquelas que você encontra exatamente o que está procurando.

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Suporte magnético para facas – comprei na loja Coqueluche, em SP

Espátula “pão duro”

Adoro esse nome! Ele explica muito bem a função desta espátula que é raspar cada cantinho da tigela e não deixar nada sobrando. É um pavor pra quem curte raspar sobra de bolo da tigela (eu!!). As de silicone são as melhores!

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Todas as cores de espátula? eu quero!

Mandoline

É mais conhecida como cortador de legumes e também tem várias opções no mercado. Tem muito valor porque deixa todos os pedacinhos com o mesmo tamanho e espessura.

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Existem vários tamanhos e preços de mandoline. Esta me custou 10 dólares e serve bem!

Tábua

A minha tábua não sai do lado do fogão. Tenho duas: uma de madeira, bem grossa, pra cortar coisas mais secas e servir de apoio; e outra de silicone que troco com frequência. Ah, não adianta se for muito pequena também porque aí você não corta nem uma cebola nela!

Batedor

Batedor, por onde for, quero ser seu par! =) Ele me ajuda a misturar de tudo um pouco e tenho sempre dois ou três à mão. Ajuda muito! Fico meio perdida em cozinhas em que ele não está. Por isso carrego o meu comigo na mala sempre!

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Não vivo sem!

Termômetro

Na faculdade de Gastronomia, aprendi a me virar com o termômetro culinário e minha vida mudou. Gente, como eu me virei sem ele antes? Pra fazer um assado, grelhado ou braseado, o melhor jeito de acertar é sabendo as temperaturas adequadas e usando o bendito do termômetro. Vale a pena investir em um. Em breve, postarei receitas de assados para vocês verem que não estou mentindo.

Grade para bolo

Essa descoberta eu fiz de curiosa. Já estava cansada de botar o bolo na bancada pra descansar e tchunnnn ele murchava. Aí lendo umas coisas por aí, descobri que se colocar o bolo assado em cima de uma grande, a passagem de ar por baixo não permite que ele murche, porque ele não esfria de uma vez, sacou?

Foto de abertura: Mariana Orsi

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09 utensílios que você precisa ter na cozinha

Eu já cozinhei em cozinhas muito pequenas. Já morei em cinco casas em SP, e adquiri a capacidade de ser master-ninja-blaster na arte de me virar. Hoje, tenho bastante espaço pra servir jantares para amigos e familiares, mas já sofri, gente! E aí que, com cozinha grande ou pequena, tem uma listinha de utensílios que TEMOS que ter numa cozinha que se pretende inovadora!

Listei aí abaixo o que acho que você não vai se arrepender de ter. Vale pra quem gosta de cozinhar já e pra quem ainda quer aprender. É um ponto de partida. Não é frescura, nem fui atingida por um raio gourmetizador. É que nem lista de material escolar. Pra cozinhar, você precisa de materiais! =)

Panela grande

Fico imaginando o que essa dica significaria pra minha vó Rita, que teve NOVE filhos: NADA. Qualquer panela pra fazer arroz já tinha que ser grande pra dar conta da demanda! Falando sério agora: você pode ter aquele jogão de panelinhas do dia a dia. Mas, pelo amor, tenha uma panela maior para arriscar em preparações grandes. Não dá pra fazer caldo de galinha ou carne em panela pequena, muito menos cozinhar um quilo de macarrão!

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Panela Le Creuset, tamanho 24

Balança digital para cozinha

Quem quer fazer a diferença na cozinha precisa de uma balança. É dos itens essenciais, por exemplo, pra quem gosta de fazer bolos e pães. Pois então, balanças digitais são um investimento e tanto. Mantenha-as em local seco, sempre limpas e com um par de baterias por perto, porque _acredite!_ elas falham quando você mais precisa.

Medidores

Não vá usar o olhômetro toda hora. Use medidores e seja mais feliz. Eu não vou nem à esquina sem os meus… Além do que, tem de todos os tamanhos, cores e tipos. Eu amo, tenho vários – colheres de sopa e chá, xícaras, leiteiras! Use a tecnologia a seu favor!! =)

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Medidores para todos os gostos

Facas

Quando a gente vai comprar faca, pode ser confuso. Tem tanta opção, tanto preço, que é fácil se perder. Se você precisa optar, escolha três; 1. faca de chef, que é grande e pesada para carnes, ingredientes duros e firmes; 2. faca com serra para tomate, pães e sobremesas de cortar; e 3. faca de legumes: para itens menores, como frutas e legumes. E, claro, manter tudo afiadinho é sempre interessante, principalmente a faca de chef. O caderno Comida da Folha de S. Paulo fez um especial com dicas de como amolar, olha aqui!

Quer uma dica para comprar todo e qualquer tipo de faca? Vai no Rei da Cutelaria, que é uma travessa da Rua 25 de março, de SP. Não tem glamour na loja, mas é daquelas que você encontra exatamente o que está procurando.

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Suporte magnético para facas – comprei na loja Coqueluche, em SP

Espátula “pão duro”

Adoro esse nome! Ele explica muito bem a função desta espátula que é raspar cada cantinho da tigela e não deixar nada sobrando. É um pavor pra quem curte raspar sobra de bolo da tigela (eu!!). As de silicone são as melhores!

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Todas as cores de espátula? eu quero!

Mandoline

É mais conhecida como cortador de legumes e também tem várias opções no mercado. Tem muito valor porque deixa todos os pedacinhos com o mesmo tamanho e espessura.

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Existem vários tamanhos e preços de mandoline. Esta me custou 10 dólares e serve bem!

Tábua

A minha tábua não sai do lado do fogão. Tenho duas: uma de madeira, bem grossa, pra cortar coisas mais secas e servir de apoio; e outra de silicone que troco com frequência. Ah, não adianta se for muito pequena também porque aí você não corta nem uma cebola nela!

Batedor

Batedor, por onde for, quero ser seu par! =) Ele me ajuda a misturar de tudo um pouco e tenho sempre dois ou três à mão. Ajuda muito! Fico meio perdida em cozinhas em que ele não está. Por isso carrego o meu comigo na mala sempre!

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Não vivo sem!

Termômetro

Na faculdade de Gastronomia, aprendi a me virar com o termômetro culinário e minha vida mudou. Gente, como eu me virei sem ele antes? Pra fazer um assado, grelhado ou braseado, o melhor jeito de acertar é sabendo as temperaturas adequadas e usando o bendito do termômetro. Vale a pena investir em um. Em breve, postarei receitas de assados para vocês verem que não estou mentindo.

Foto de abertura: Mariana Orsi

Molho pesto para fazer bonito (e simples)

Houve um tempo em que eu achava que molho de macarrão era à bolognesa ou branco. Não me entenda mal, eu adoro à bolognesa e não há nenhum outro prato, além do arroz com feijão, que me deixe mais confortável do que um spaguetti à bolognesa. Quando viajo a trabalho e fico dias longe de casa, é este o prato que mais me faz sentir em casa.

Só que (ainda bem) você vai ficando mais experiente, estuda, lê, pesquisa e… tcharan! Basicamente, tudo vira molho de macarrão na cozinha. Não há limites!

E, digamos, eu não era uma pesto girl. Pois agora sou fã de carteirinha. Depois de entender a fórmula, eu faço pesto de manjericão, de rúcula e já tentei até de couve. A brincadeira é divertida e, melhor que tudo, saborosa!

Essa é uma receita do livro da Wilma Kovesi, que adaptei ao gosto lá de casa. A base é a do molho clássico, que leva manjericão e pinoli. Para tudo! Pinoli são as sementinhas do pinhão, são caros para comprar (porque é uma extração manual), mas um saquinho dura uma eternidade. Como gostamos de tudo versátil, você pode, É CLARO, substituir o pinoli por nozes, em menor quantidade. Anota aí essa receita coringa e utilize-a para surpreender aquele seu convidado.

Penne al pesto clássico 

(Receita adaptada do livro 400g, de Betty Kovesi e autores)

Ingredientes:

01 maço de folhas de manjericão (só as folhas, lavadas e secas)

1 dente de alho

1 xícara de queijo parmesão de boa qualidade ralado

1 colher de pinoli tostados

1 colher de chá de sal

1 xícara e meia de azeite de oliva extravirgem

Modo de preparo

  1. Bata todos os ingredientes no liquificador. Se preferir, use o método mais tradicional: amasse num pilão o manjericão, o alho, o parmesão, os pinoli e o sal.
  2. Adicione o azeite aos poucos e misture. Se preferir um molho com consistência mais líquida, acrescente um pouco mais de azeite.
  3. Sirva com penne ou spaguetti.

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Dica preciosa: quando começar a temporada de sopas (frio!!!), use uma ou duas belas colheradas do molho pesto na sua sopa de legumes. Fica mais que especial!

 

 

Compota agridoce de cebola, o xodó do happy hour

O final de semana prolongado está aí e, se vai ficar em casa ou viajar pra casa da praia, da mãe ou da vó, vale planejar o que vai ter pra comer. Como não amar?!

Lá em casa tem gente toda hora. Amigos e família estão sempre por lá, não só porque a gente adora, mas porque eu aproveito para fazer todo mundo de cobaia em volta da mesa de jantar. Vi uma carne que eu quero testar? Chama o povo e liga o forno! Tem um forno de pizza que eu nunca mexi? Reúne todo mundo e a mão na massa é por minha conta! Alguém tem uma panela de barro nunca antes usada? Moqueca nela! Há riscos, claro, porque sempre pode dar alguma coisa errada. Mas até hoje ninguém reclamou! 🙂

Bom, seja churrasco, massa ou assado, incluo sempre umas entradinhas para ir abrindo o apetite da galera enquanto estou finalizando os pratos. E, com isso, meu repertório de appetizers cresce a cada dia.

E não venha dizer que dá trabalho, que é mais prático comprar uns salgadinhos, amendoins e afins. Eu gosto de salgadinhos vez ou outra, claro! Mas eles não substituem uma entradinha deliciosa que você pensou e fez especialmente. Além do que, é só escolher uma entradinha rápida e pronto! Resolvida a questão do sabor + praticidade.

Uma das minhas entradinhas preferidas é pá-pum de fazer e fica dos deuses. É a compota agridoce de cebola, receita que aprendi na escola WK. É rápido de preparar e fica digno de chef! Tenho uma amiga, a Amandinha @wheniwascruel, que faz QUALQUER COISA por essa cebolinha! Então, já que o final de semana está aí, e ela está no inferno astral, resolvi preparar esse post de presente para ela. Anota aí, menina! 😉

Ah, se você fizer e gostar, pode usá-la como acompanhamento para uma carne, um rosbife, um peixe. Hummm…

Compota agridoce de cebola

(Receita do curso Objetivo Chef, escola Wilma Kovesi)

Ingredientes

4 cebolas médias cortadas em rodelas finas

½ xícara de açúcar

100g de manteiga

1 colher (chá) de sal

1 pitada de pimenta do reino moída na hora

½ xícara de vinho tinto seco de boa qualidade

¼ xícara de vinagre de vinho tinto

Preparo

  1. Numa panela de fundo largo, derreta a manteiga (derreta devagar, tirando a panela de vez em quando da boca do fogão pra manteiga não queimar) e nela coloque a cebola até murchar, juntamente com o sal, a pimenta do reino e o açúcar. Mexa ocasionalmente durante cerca de 20 minutos ou até as cebolas estarem cozidas.
  2. Junte o vinho e o vinagre, deixe levantar fervura e cozinhe em fogo médio, sem tampar, mexendo de vez em quando por cerca de 20 minutos, até o líquido reduzir um pouco.
  3. Aumente a chama e engrosse a compota.
  4. Sirva morna ou fria com pãezinhos ou torradas.

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A técnica das técnicas ou como fazer CALDOS

O legal de você se interessar por entender a cozinha é perceber as sutis diferenças de se usar um produto mediano e um produto bom, e aprender aquela receita coringa que vai te tirar de qualquer enrascada. Por isso, se você tiver pouco tempo para aprender coisas novas, indico que você invista tempo nos caldos e fundos. Eles são a base, a origem de tudo.

Quando eu estava estudando, costumava dizer que só as primeiras aulas sobre esse tema já tinham compensado o ano. Isso porque usar um bom caldo caseiro de carne no lugar de água ou cubinhos artificiais (eca!) faz toda a diferença! Use caldo ou fumet de peixe na sua moqueca. Faça um fundo para usar numa sopa especial. Acredite em mim: sua vida vai mudar. Não só é muito mais saudável como o sabor é outro.

A ideia é combinar água com alguns legumes que são coringas na cozinha, como cenoura, cebola e salsão. Pra dar potência, você pode (e deve) usar carnes também, ou simplesmente, carcaças e ossos de frango e boi. Eles são responsáveis por trazer um sabor e tornar a coisa toda mais saudável – quem já não ouviu a vó dizer que um caldo de galinha cura qualquer gripe?!

É claro que os caldos de legumes são muito mais simples. Eles servem para salvar o risotto e o molho de todo dia. Os caldos com carne são mais complicados – sim, as coisas boas da vida podem dar e dão trabalho, gente! Os ossos e carcaças precisam ficar mais tempo cozinhando – nas aulas que tive na escola ficamos até quatro horas cozinhando ossos de boi. Não é pra qualquer um! Mas TUDO NA COZINHA pode ser mais simples, e é por isso que aqui estamos! Pra variar, existem muitas receitas por aí. Mas, se você souber o conceito, como a coisa funciona, vai ficar mais fácil para você inventar sua própria receita. Eu separei duas receitas que já existiam, testei e adaptei. Use e abuse delas! 😉

CALDO SIMPLES DE LEGUMES

Ingredientes

2 cenouras
2 talos de salsão
1 cebola grande
2 l de água
1 sache d’epice (combinação de louro, talos de salsa, pimenta e tomilho, amarrados numa gaze ou filtro de café) – aham! aqui você vai usar o post de aromáticos!

Modo de Preparo

  1. Lave bem todos os legumes.
  2. Descasque a cebola e corte em pedaços não muito pequenos. Corte a cenoura em fatias grossas e o salsão, em pedaços de cerca de 5 cm.
  3. Numa panela, junte os legumes e a água e leve ao fogo alto. Quando começar a ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 20 minutos.
  4. Coloque o sachê com os temperos e deixe ferver por mais 20 minutos.
  5. Desligue o fogo e, com uma peneira fina, coe o caldo. Conserve na geladeira por até 5 dias ou congele por 3 meses. Vale até usar forminhas de gelo para facilitar o descongelamento.

CALDO DE GALINHA

Esse caldo é uma adaptação de receita que fiz da Wilma Kovesi, escola onde estudei. Vamos lá:

Ingredientes

1,5 kg de asinha de frango

300 g de mirepoix (mistura de 2 partes de cebola – 150g + 1 parte de salsão 75g + 1 parte de cenoura 75g) – saiba como fazer aqui.

1 bouquet garni (você junta um pedaço de talo de salão, com louro e talo de salsa e envolve tudo numa folha de alho poró) – significado aqui.

03 colheres de sopa de óleo

Modo de preparo

  1. Leva bem as asinhas de frango.
  2. Descasque a cebola e corte em pedaços pequenos. Corte a cenoura e o salsão em pedaços pequenos também.
  3. Numa panela, junte três colheres de óleo e doure as asinhas de frango. Se não couber tudo de uma vez, faça em três levas.
  4. Ao terminar, doure o mirepoix na mesma panela. Na sequência, inclua o frango novamente e a água. Deixe ferver por 40 minutos.

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5. Vá retirando o excesso de gordura que se forma na superfície do caldo.

6. Coloque o bouquet garni na panela e deixe ferver por mais 40 minutos.

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7. Desligue o fogo e coe o caldo com uma peneira fina. Conserve na geladeira por até 5 dias ou congele por três meses.

8. Aproveite a carne das asinhas para fazer uma torta depois! 😉

Dicas importantes para caldos

  • Quando fazemos caldos, o melhor é não tampar a panela.
  • Comece com água fria, assim tudo cozinhará no tempo certo.
  • O caldo vai reduzindo conforme ferve. Por isso, mantenha uma chaleira com água fervendo por perto e vá acrescentando um pouco mais para não reduzir demais.
  • Os caldos substituem a água em: molhos para massas, risottos e sopas de qualquer tipo.
  • Eu sempre faço uma panelada, separo o que vou usar no momento e congelo o que sobra. A dica aqui é: se você não tem muito espaço no freezer, pode usar algumas artimanhas. Depois de coar o caldo, coloque-o novamente na panela e deixe ferver até reduzir bem. A água evapora, mas o sabor não! Então, o seu sabor está todo ali, não tenha medo de deixar reduzir! Ele vai ficar escuro e poderoso! Depois, coloque o caldo em formas de gelo e congele. Quando for usar, dissolva o cubinho de gelo no seu molho ou em água. Vai ser delícia!

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